Este blog tem como objetivo provocar o cérebro, tanto para elucubrar quanto para relaxar. Traz textos e frases reflexivas, imagens e curiosidades diversas. É destinado a todos que buscam ler a realidade não só pelas palavras, mas de todas as formas como ela se oferece. Veja que os assuntos se misturam, pode ser chato, mas é assim mesmo que pensamos a realidade, não nos detemos a um assunto somente, pois uma coisa puxa a outra. Também oferece subsídios para aulas de filosofia no ensino básico.
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
O livro de Toth
No decorrer da história, alguns livros foram considerados malditos e “O
Livro de Toth” foi considerado o ”pai” deles. Ele foi escrito por volta de
10000 a.C. com a autoria de Toth (uma personagem mitológico, mais deus do que
homem que, pelos documentos encontrados, foi anterior ao Egito, onde no momento
da sua fundação (Egito), os sacerdotes e faraós já possuíam o tal Livro.).
Toth era considerado
deus da sabedoria, da escrita, da aprendizagem, da magia e da medição do tempo,
entre outros atributos. O seu livro revelava segredos dos mais variados mundos,
e concedia poderes sobre a Terra, o oceano, os corpos celestes. Garantia ter o
dom de interpretar as formas como os animais se comunicavam, além do poder de
ressuscitar os mortos e de agir a distância.
Existe a
possibilidade desse livro ainda existir, mas se isso realmente for verdade ele
está muito bem guardado, onde pouquíssimas pessoas têm acesso a ele. Muitos
elaboram teorias conspiratórias para que os segredos desses livros como “O
Livro de Toth”, continuem muito bem guardados a exemplo do descrito sobre “Os
Homens de Preto” encontrados na obra de Jacques Bergier “Os Livros Malditos”.
“... penso que
esses homens vestidos de negro são tão antigos como a civilização. A meu ver,
seu papel é impedir a difusão mais rápida do saber, difusão que conduziu à
destruição de civilizações passadas...” (Jacques Bergier).
Fontes:
Livros proibidos pela igreja
Em 1962, o Papa João XXIII, no Concílio Vaticano Segundo, aboliu o
“Librorum Prohibitorum ou Index Expurgatorius” (“algumas literaturas dizem
que foi abolida pelo Papa Paulo VI”), que significa "Índice dos Livros
Proibidos" ou "Lista dos Livros Proibidos". Sua criação ocorreu
no V Concílio de Latrão em 1515, confirmada no Concílio de Trento em 1546, com
a primeira edição no ano de 1557, seguidas de mais 41 edições.
Essas listas
consistiam em obras de cientistas, filósofos, enciclopedistas, romancistas ou
poetas, que a Igreja declarava serem “obras perniciosas” que contradiziam a
história e os dogmas da igreja, e que poderiam levar a corrupção de seus fiéis.
Algumas das obras
contidas no Index:
Autor
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Obra
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Montesquieu
|
O Espírito das Leis
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Montesquieu
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Cartas Persas
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Victor Hugo
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Notre-Dame de Paris
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Charles Darwin
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A Origem das
Espécies
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La Fontaine
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Contos e Novelas
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Descartes
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Meditações
Metafísicas e outros 6 livros
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Voltaire
|
Cartas filosóficas
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Rousseau
|
Do Contrato
Social
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Sade
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Justine
|
Sade
|
Juliette
|
Stendhal
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O Vermelho e o Negro
|
Victor Hugo
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Os Miseráveis
|
Alexandre Dumas (Pai e Filho)
|
Todas as Obras
|
Thomas Hobbes
|
Todas as Obras
|
David Hume
|
Todas as Obras
|
John Locke
|
Ensaio sobre o
Entendimento Humano
|
Daniel Defoe
|
Todas as Obras
|
Spinoza
|
Todas as Obras
Póstumas
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Shakespeare
|
Hamlet
|
Shakespeare
|
Macbeth
|
Stephen King
|
Zona Morta
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Mary Shelley
|
Frankenstein
|
Outros Autores Proibidos:
Galileu Galilei, Nicolau Copérnico, Giordano Bruno, Nicolau Maquiavel,
Erasmo de Roterdã, Baruch de Espinosa, Immanuel Kant, Emile Zola, Jean-Paul
Sartre, Francis Bacon, Henri Bergson, etc..
Fontes:
Demônios
Os demônios são anjos caídos, que foram banidos da presença de Deus e desde então vivem em exílio, afastados do reino celestial, habitando tanto o mundo terreno, quanto o mundo dos mortos.
Demonologia é um estudo detalhado sobre a organização dos demônios, não é uma religião como satanismo. Os demônios principais são 12, e são referentes a cada mês do ano: Janeiro Belial, fevereiro Leviatã, março Satã (Satanás, Satan), abril Belphegor, maio Lúcifer, junho Baalberit, julho Belzebu, agosto Astorath, setembro Lilith, outubro Baal, novembro Asmodeu, dezembro Morloch.
Lista com os demônios mais comuns, embora em alguns casos, um deus ou deusa de uma religião, possa ser considerado um demônio para outra; ou numa outra época ser considerado um demônio ou até seguidores deste, como é o caso das bruxas, mas ter uma outra visão na época atual.
Exorcismo
Em muitas culturas antigas como a babilônica e judaica, algumas doenças e catástrofes naturais eram atribuídas aos espíritos malignos, desta forma, para livrar as pessoas destes males que as afligiam era utilizado o exorcismo, que nada mais é, de acordo com a enciclopédia católica: “ato de expulsar, ou repelir, os demônios ou espíritos do mal de pessoas, lugares ou coisas, que acredita-se estarem possuídas ou infestadas por eles, ou propensos a se tornarem vítimas ou instrumentos de sua malignidade".
Há vários tipos de exorcismo na Igreja Católica
- Exorcismo batismal - abençoar uma criança antes do batismo para purificá-la do mal, resultado do pecado original;
- Exorcismo simples - abençoar um lugar ou objeto para livrá-lo da influência do mal;
- Exorcismo real - realizar o Ritual do Exorcismo para livrar um ser humano da possessão diabólica.
Possessão
Possessão é o estado ou condição em que o corpo e (ou) a mente de um indivíduo são supostamente possuídos ou dominados por uma entidade (um ser, força, ou divindade) que lhes é externa, ou que não se manifesta habitualmente nas atividades da vida diária.
Sinais de Possessão
- Falar ou entender linguagens que a pessoa nunca aprendeu (diferente de "falar em línguas", que é considerado um sinal de êxtase religioso, não de possessão);
- Saber (e revelar) coisas que a pessoa não tem como saber;
- A pessoa adquire uma força além das capacidades humanas;
- Uma violenta aversão a Deus, à Virgem Maria, à cruz e outras imagens da fé católica;
A Investigação
Ela se inicia em um processo de eliminação, com perguntas bem claras: o paciente possui algum sinal de possessão? Existe alguma outra explicação para tal fato? Depois disso, o padre consulta um psiquiatra para averiguar a ocorrência de alguma doença mental, que possa corresponder com tais sintomas. O padre, também, pode consultar um perito paranormal aprovado pela Igreja para uma ajuda adicional. Outra possibilidade que o investigador deve considerar é a velha fraude. Depois de tudo isso, se o padre realmente estiver convencido de a única solução é o exorcismo, ele, então, encaminhará a notificação ao seu supervisor afirmando que o exorcismo está de acordo com as regras. E assim, a Igreja pode decidir sancionar um exorcismo oficial e indicar um exorcista para o caso. Geralmente o exorcista é o mesmo padre que fez a investigação, mas não se descarta a convocação de outro padre para realizar o ritual.
As ocorrências de exorcismo para a Igreja Católica são raras, afirmam ocorrer uma a cada 5 mil anos.
O ritual
Para realizar o ritual, o exorcista veste sua sobrepeliz e a estola roxa, faz recitações de orações, salmos e cânticos sagrados, borrifa água benta em todos na sala, coloca suas mãos no paciente, faz o sinal da cruz tanto em si como no paciente e toca o paciente com uma relíquia católica (geralmente um objeto associado a um santo).
Estágios do Exorcismo
Esses estágios não são endossados pela Igreja, mas é encontrado na obra de Malachi Martin “Refém do demônio”.
- Presunção - o demônio esconde sua verdadeira identidade;
- Ponto fraco - o demônio se revela;
- Conflito - o exorcista e o demônio lutam pela alma do possuído;
- Expulsão - se o exorcista ganha a batalha, o demônio deixa o corpo do possuído;
Outros tipos de aproximações de espíritos malignos ou demônios
- Encosto: O espírito fica próximo à pessoa, mas a influência é pequena;
- Espírito opressivo: O espírito tem a capacidade de "vampirizar" a energia do indivíduo. Os efeitos são sentidos como um cansaço ou vontade de chorar que podem cessar de um momento para outro
- Obsessão: O espírito consegue ficar de maneira tão dominante no corpo astral do indivíduo que pode até mesmo mudar o modo de falar e fazer coisas que normalmente não faria no dia-a-dia. Chega até mesmo a não reconhecer parentes e pessoas próximas de seu convívio. É bom frisar que aqui no Brasil de acordo com o espiritismo ou nas religiões afro-brasileiras como a umbanda e candomblé, existem os fenômenos de possessão de espíritos doutrinadores e iluminados, trazendo ao médium apenas benefícios;
- Possessão demoníaca: espírito toma o corpo da pessoa, fazendo com que ocorram até fenômenos de "poltergeist" (conjunto de fenômenos produzidos espontaneamente, que consiste em ruídos e deslocamento de objetos, podendo ter duração indeterminada);
Exorcismo em outras religiões
- Anglicanos: O demônio pode ser combatido em orações, hinos e leituras da Bíblia, mas não existe uma cerimônia específica. Os casos de exorcismo são muito raros. Quando ocorrem, o possuído é "tratado" num grupo de orações, que lhe recomenda jejum, abstinência sexual e adoração a Deus.
- Judaísmo: Em seus ensinamentos é contado que o espírito malévolo chamado de dybbuk, volta para concretizar um negócio inacabado e assume o corpo de uma pessoa para atingir seus objetivos. O dybbuk pode ser expulso por meio de um ritual de exorcismo e deixa o corpo através dos dedos do pé.
- Islamismo: a crença islâmica conta sobre um jinn - um espírito do mal, escravo de Satã - que pode invadir o corpo humano e causar doenças, dor, tormento e pensamentos ruins. Esse jinn pode ser expulso pela pessoa possuída recitando-se passagens específicas do Alcorão.
- Hinduísmo: as escrituras dos Vedas contam sobre um espírito do mal que pode não apenas prejudicar humanos, mas também ficar no caminho das vontades dos deuses. O tradicional exorcismo hindu inclui rituais como queimar excremento de porco, recitar orações e oferecer doces aos deuses.
Alguns Filmes sobre Exorcismo
- O Exorcista
- Horror em Amityville
- Poltergeist
- Repossuído
- Stigmata
- Almas perdidas
- O Exorcista: o início
- O exorcismo de Emily Rose
- O Ritual
Fontes:
Curiosidade sobre Maquiavel
Nicolau Maquiavel, em italiano Niccolò Machiavelli, (Florença, 3 de maio de 1469 — Florença, 21 de junho de 1527) foi um historiador, poeta, diplomata e músico italiano do Renascimento. É reconhecido como fundador do pensamento e da ciência política moderna, pelo fato de haver escrito sobre o Estado e o governo como realmente são e não como deveriam ser. Os recentes estudos do autor e da sua obra admitem que seu pensamento fosse mal interpretado historicamente. Desde as primeiras críticas, feitas postumamente por um cardeal inglês, as opiniões, muitas vezes contraditórias, acumularam-se, de forma que o adjetivo maquiavélico, criado a partir do seu nome, significa esperteza, astúcia e, às vezes, até maldade.
Maquiavel recebeu uma educação diplomática em várias cortes da Europa. Durante dez anos de 1502 a 1512, foi o braço direito de Soderini, o presidente perpétuo de Florença, Tinha tido, portanto, oportunidade para observar o que se passava nos bastidores da política europeia. Reorganizou o Exército florentino; escreveu os discursos de Soderini, e foi o maior responsável por muitos dos seus atos.
Quando Soderini foi destronado por Lourenço de Médicis, Maquiavel foi submetido à tortura e depois exilado para uma localidade distante cerca de doze milhas de Florença, onde se encontrava bastante próximo para acompanhar a marcha dos negócios de sua cidade natal, mais ainda muito longe para interferir na política dos Médicis. Incapacitado, assim, de tomar parte ativa na política, Maquiavel passava seu tempo a ensinar aos outros como se tornar político de sucesso. Escreveu inúmeros livros sobre a arte de governar, sete sobre a arte da guerra, uma sátira sobre o casamento, uma ou duas peças teatrais e diversas histórias realistas com um acentuado sabor de lascívia. Deixou a moralidade para um lado e, sem rodeios, falou a um mundo de bárbaros cuja a desonestidade era a melhor política. A Cavalaria, que desempenhava na época um importante papel, pareceu-lhe ridícula, e o militarismo sincero uma estúpida farsa. Na guerra, declarou: “nada é honesto e tudo é belo, se precisardes apunhalar o inimigo, sede atencioso para com ele e fazei-o pelas costas”.
As ideias de Maquiavel estão claramente expressas na obra “O Príncipe”. Esse livro é o manual da opressão. Maquiavel era um ardente admirador de César Bórgia, e em “o Príncipe” usa esse tirano como modelo de grandeza. Aconselhou o novo príncipe de Florença, Lourenço de Médicis, e todos os outros governantes a empregar os métodos de Bórgia se quisessem apoderar-se do governo de um novo Estado e reter sua soberania sobre ele. Maquiavel não se interessava de nenhum modo pelo bem-estar dos súditos; sua preocupação consistia apenas na grandeza do príncipe. O livro constitui o melhor comentário sobre o estado de moralidade na Europa durante os séculos XV e XVI, embora não tivesse sido escrito com tal intenção.
Maquiavel fez o que se pedia. Pintou os homens como eles eram naquela época e não como fingiam ser. Realista como era, demonstrou ser a Europa nada mais do que um formigueiro de selvagens. E então, com uma franqueza brutal, explicou aos interessados, na única linguagem que podiam entender, o que precisavam fazer para prosseguir na sua selvageria.
Deu a um mundo que fingia se ofender com isso, mas que na realidade se regozijava, um novo decálogo de brutalidade e, em seu lugar, passou a pregar o Sermão da Espada.
Maquiavel, pode ter sido considerado um bárbaro, como o resto dos seus contemporâneos; mas, não foi hipócrita.
Fonte: THOMAS, Henry - A história da Raça Humana,
Porto Alegre, 3ª edição – Ed. Globo
Finados
1. No dia 2 de novembro se celebra o culto aos mortos ou o dia de Finados. Qual a origem do culto aos mortos ou do dia de Finados?
O dia de Finados só começou a existir a partir do ano 998 DC. Foi introduzido por Santo Odilon, ou Odílio, abade do mosteiro beneditino de Cluny na França. Ele determinou que os monges rezassem por todos os mortos, conhecidos e desconhecidos, religiosos ou leigos, de todos os lugares e de todos os tempos. Quatro séculos depois, o Papa, em Roma, na Itália, adotou o dia 2 de novembro como o dia de Finados, ou dia dos mortos, para a Igreja Católica.
2. Como chegou aqui no Brasil essa celebração de 2 de novembro ser celebrado o dia de Finados?
O costume de rezar pelos mortos nesse dia foi trazido para o Brasil pelos portugueses. As igrejas e os cemitérios são visitados, os túmulos são decorados com flores, e milhares de velas são acesas.
3. Tem apoio bíblico essa tradição de se rezar pelos mortos no dia 2 de novembro? Como um cristão bíblico deve posicionar-se no dia de Finados?
Nada de errado existe quando, movidos pelas saudades dos parentes ou pessoas conhecidas falecidas, se faz nesse dia visita os cemitérios e até mesmo se enfeitam os túmulos de pessoas saudosas e caras para nós. Entretanto, proceder como o faz a maioria, rezando pelos mortos e acendendo velas em favor das almas dos que partiram tal prática não encontra apoio bíblico.
4. A maioria das pessoas que visitam os cemitérios no dia de Finados está ligada à religião católica. Por que os católicos fazem essa celebração aos mortos com rezas e acendendo velas junto aos túmulos?
Porque segundo a doutrina católica, os mortos, na sua maioria estão no purgatório e para sair mais depressa desse lugar, pensam que estão agindo corretamente mandando fazer missas, rezas e acender velas. Crêem os católicos que quando a pessoa morre, sua alma comparece diante do arcanjo São Miguel, que pesa em sua balança as virtudes e os pecados feitos em vida pela pessoa. Quando a pessoa não praticou más ações, seu espírito vai imediatamente para o céu, onde não há dor, apenas paz e amor. Quando as más ações que a pessoa cometeu são erros pequenos, a alma vai se purificar no purgatório.
5. Existe base bíblica para se crer no purgatório, lugar intermediário entre o céu e o inferno?
Não existe. A Bíblia fala apenas de dois lugares: céu e inferno. Jesus ensinou a existência de apenas dois lugares. Falou do céu em Jo 14.2-3 e falou do inferno em Mt 25.41.
6. Segundo a Bíblia o que acontece com os seres humanos na hora da morte?
No livro de Hebreus 9.27 se lê que após a morte segue-se o juízo. E Jesus contou sobre a situação dos mortos Lc 16.19-31. Nessa parte bíblica destacamos quatro ensinos de Jesus: a) que há consciência após a morte; b) existe sofrimento e existe bem estar; c) não existe comunicação de mortos com os vivos; d) a situação dos mortos não permite mudança. Cada qual ficará no lugar da sua escolha em vida. Os que morrem no Senhor gozarão de felicidade eterna (Ap 14.13) e os que escolheram viver fora do propósito de Deus, que escolheram o caminho largo (Mt 7.13-14) irão para o lugar de tormento consciente de onde jamais poderão sair.
7. Fora a crença sobre o estado dos mortos de católicos e evangélicos, existem outras formas de crer sobre a situação dos mortos. Pode indicar algumas formas de crer?
Sim.
A) os espíritas crêem na reencarnação. Reencarnam repetidamente até se tornarem espíritos puros. Não crêem na ressurreição dos mortos.
B) os hinduístas crêem na transmigração das almas, que é a mesma doutrina da reencarnação. Só que os ensinam que o ser humano pode regredir noutra existência e assim voltar a este mundo como um animal ou até mesmo como um inseto: carrapato, piolho, barata, como um tigre, como uma cobra, etc.
C) os budistas crêem no Nirvana, que é um tipo de aniquilamento.
D) As testemunhas de Jeová crêem no aniquilamento. Morreu a pessoa está aniquilada. Simplesmente deixou de existir. Existem 3 classes de pessoas: os ímpios, os injustos e os justos. No caso dos ímpios não ressuscitam mais. Os injustos são todos os que morreram desde Adão. Irão ressuscitar 20 bilhões de mortos para terem uma nova chance de salvação durante o milênio. Se passarem pela última prova, poderão viver para sempre na terra. Dentre os justos, duas classes: os ungidos que irão para o céu, 144 mil. Os demais viverão para sempre na terra se passarem pela última prova depois de mil anos. Caso não passem serão aniquilados.
E) os adventistas crêem no sono da alma. Morreu o homem, a alma ou o espírito, que para eles é apenas o ar que a pessoa respira, esse ar retorna à atmosfera. A pessoa dorme na sepultura inconsciente.
8. Como se dará a ressurreição de todos os mortos?
Jesus ensinou em Jo 5.28,29 que todos os mortos ressuscitarão. Só que haverá dois tipos de ressurreição; para a vida, que ocorrerá mil anos antes da ressurreição do Juízo Final. A primeira ressurreição se dará por ocasião da segunda vinda de Cristo, no arrebatamento. (1 Ts 4.16,17; 1 Co 15.51-53). E a ressurreição do Juízo Final como se lê em Apocalipse 20.11-15.
Fonte: www.cacp.org.br
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