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sábado, 1 de setembro de 2012

Se conheça melhor...


O corpo humano é uma engenhoca complexa. É uma mistura de todos os tipos de líquidos e produtos, que realiza todos os tipos de atividades. Que tal explorar um pouco sobre a forma misteriosa que o seu corpo funciona?



1. SEU ESTÔMAGO SECRETA UM ÁCIDO CORROSIVO

Suas células secretam ácido clorídrico no estômago, um composto corrosivo usado para tratar os metais no mundo industrial. Não se preocupe: o revestimento mucoso da parede do estômago mantém o líquido venenoso em segurança no sistema digestivo, “quebrando” o seu almoço.
2. A POSIÇÃO DO SEU CORPO AFETA SUA MEMÓRIA
Não consegue se lembrar da data de seu casamento? Tente ficar sobre um joelho. Um novo estudo sugere que as pessoas lembram mais rápido e melhor de algum evento se o seu corpo estiver na mesma posição que estava quando o episódio aconteceu.
3. OSSOS ENTRAM EM COLAPSO PARA EQUILIBRAR MINERAIS
Além de apoiar os órgãos e músculos, os ossos ajudam a regular os níveis de cálcio. Eles contêm fósforo e cálcio, o último necessário nos músculos e nervos. Se o elemento está em falta, certos hormônios fazem com que os ossos “desmembrem-se” até a concentração adequada extracelular ser atingida.
4. GRANDE PARTE DE UMA REFEIÇÃO É ALIMENTO PARA OCÉREBRO
Embora represente apenas 2% do nosso peso corporal total, o cérebro exige 20% de oxigênio do corpo e calorias. Três principais artérias cerebrais bombeiam constantemente oxigênio pro cérebro, mas a obstrução ou ruptura em uma delas faz com que as células cerebrais “morram de fome” sem a energia de que necessitam para funcionar, prejudicando as funções controladas por essa região. Essa é a causa de um AVC.
5. MILHARES DE ÓVULOS PRODUZIDOS PELO OVÁRIO NÃO SÃO UTILIZÁVEIS
Uma adolescente tem em média 34.000 folículos de óvulos subdesenvolvidos, embora, durante toda a sua vida, somente 350 ou pouco mais amadureçam, à taxa de cerca de um por mês. Os óvulos não utilizados, em seguida, se deterioram.
6. PUBERDADE REMODELA ESTRUTURA DO CÉREBRO
Hormônios como a testosterona influenciam o desenvolvimento dos neurônios no cérebro, e as mudanças feitas em sua estrutura tem muitas conseqüências comportamentais, como constrangimento emocional, apatia e dificuldade na tomada de decisão enquanto regiões do cérebro como o córtex frontal amadurecem.
7. CÉLULAS COM CÍLIOS AJUDAM A POR O MUCO PRA FORA
Células que tem cílios ajudam em uma variedade de funções, desde digestão à audição. No nariz, os cílios ajudam a drenar o muco da cavidade nasal até a garganta. O frio retarda esse processo de drenagem, e o muco que sobra seu corpo assopra pra fora. Membranas nasais inchadas ou condensação também podem causar uma “ranhada”.
8. CÉREBROS GRANDES CAUSARAM BOCAS MAIS LIMITADAS
Você deve se perguntar qual a utilidade de ter um dente do siso a não ser para dardinheiro aos dentistas que os removem. Porém, há muito tempo atrás, os dentes do siso tinham uma utilidade: serviam para triturar carne. Mas quando nosso cérebro cresceu, nossa estrutura maxilar se modificou, fazendo com que nossa boca ficasse “superlotada”.
9. EU RIO, VOCÊ RI
Se alguém ao seu lado boceja, logo bate a vontade em você também. Com o riso acontece a mesma coisa: ouvi-lo estimula uma região do cérebro associada com movimentos faciais. O mimetismo tem um importante papel na interação social. Momentos como espirrar, rir, chorar e bocejar podem ser uma forma de criar fortes laços sociais dentro de um grupo.
10. SUA PELE TEM QUATRO CORES
Toda pele, sem cor, parece branco cremoso. Os vasos sanguíneos perto da superfície da pele adicionam um toque de vermelho. Um pigmento amarelo também acrescenta tonalidade à pele. Finalmente a melanina, criada em resposta aos raios ultravioleta, aparecem em grandes quantidades nos negros. Estes quatro pigmentos misturados em diferentes proporções criam as cores de pele de todos os povos da Terra. 
fonte: [LiveScience]

10 coisas que você não sabia sobre o cérebro




Confira essa lista com 10 coisas incríveis que você não sabia sobre o recheio do seu crânio: uma coisa estranha é que nosso cérebro falha em entender o funcionamento dele mesmo! Desde o tempo dos egípcios tentamos entender como esse órgão misterioso opera e buscamos saber o que há, afinal, entre nossas orelhas.
1. O cérebro humano é enorme: parece estranho dizer isso quando estamos tão acostumados com o tamanho de nossas cabeças. O peso médio de um cérebro adulto é de 1,4 quilos. Alguns neurocirurgiões descrevem a textura dele como “pasta de dente”. Mas não é uma analogia muito exata, já que o cérebro não se espalha como pasta de dente. Uma comparação mais cabível seria com tofú (queijo de soja). Ainda não está encantado com a descrição? Então saiba que, se algum dia você resolver colocar um cérebro no liquidificador quase irá conseguir preencher uma garrafa de refrigerante de dois litros com o conteúdo.
2. Mas os cérebros estão diminuindo: mas não fique convencido por conseguir encher uma garrafa de Coca-cola com seu cérebro. Os humanos de cinco mil anos atrás possuíam ainda mais massa cinzenta. Arqueólogos sabem que os cérebros “antigos” eram 10% maiores baseados em “múmias” que eles encontram ao redor do mundo. Ainda não se sabe porque os cérebros estão encolhendo, mas alguns teorizam que é uma evolução para que fiquem mais eficientes. De qualquer forma, o tamanho do cérebro não é documento – segundo pesquisadores, o tamanho não é proporcional à inteligência.
3. Nosso cérebro queima energia: ele pode representar apenas 2% do peso do nosso corpo, mas usa 20% do oxigênio do nosso sangue e 25% dos açúcares que circulam no organismo. A hipótese aceita para os cientistas é que a evolução do cérebro foi causada por mudanças climáticas, competição social e uma dieta baseada em carne (já que os nossos ancestrais precisavam caçar seu alimento).
4. Rugas nos tornam mais espertos: qual é o segredo da inteligência dos humanos? Acredite ou não, a resposta pode ser algo tão improvável quanto rugas! Mas não estamos falando dos pés de galinha de sua tia e sim de fissuras cerebrais chamadas de sulcos. Elas ficam no córtex cerebral – região que contém cerca de 100 bilhões de neurônios. Como o cérebro é enrugado ele tem mais superfície em um espaço menor, o que gera a possibilidade de termos mais neurônios mesmo em uma área menor.
5. A maioria das células do cérebro não é de neurônios: aquela história de que usamos apenas 10% da capacidade de nosso cérebro é balela, mas estudos mostram que 10% é o número de células do órgão que são neurônios. Os outros 90% são de glia (que significa cola, em grego). A glia seria um material que une os neurônios, mas estudos recentes mostram que ela pode ser muito mais – elas podem modular o crescimento e o funcionamento das sinapses, além de oferecer proteção para elas.
6. O cérebro é um clube exclusivo: ele também tem seguranças na porta, para que nem todo mundo possa entrar. Células do sistema sanguíneo do cérebro só deixam proteínas e substâncias necessárias entrarem. O problema é que isso não funciona só como proteção. Muitas vezes importantes medicamentos são mantidos fora do cérebro quando deveriam ser absorvidos por ele.
7. O cérebro começa como um tubo: o cérebro começa a crescer cedo. Três semanas após a concepção uma camada de células embrionárias forma o tubo neural. É só no terceiro trimestre de gravidez que o cérebro do feto começa a se parecer com um cérebro normal.
8. O cérebro dos adolescentes não está completamente formado: e não é conversa de pai careta. Parte da atitude rebelde dos adolescentes vem do fato que o cérebro deles ainda está em formação. Algumas mudanças dramáticas acontecem na parte frontal do cérebro, responsável pela opinião e pelas decisões.
9. Eles nunca param de mudar: o cérebro é uma metamorfose não-ambulante. Quando ele alcança a idade adulta ele não para de se desenvolver, por que isso significaria que você não pode fazer mais nenhuma conexão neural –ou seja, não poderia aprender. Como estamos aprendendo todos os dias, o cérebro também muda um pouco todos os dias.
10. Mulheres não são de Vênus e homens não são de Marte: é óbvio. O que queremos dizer é que os cérebros de homens e mulheres não são muito diferentes. Os hormônios de cada organismo afetam o desenvolvimento do cérebro de alguma forma (mulheres são mais sensíveis e homens mais estressados, por exemplo), mas o efeito do sexo no comportamento é muito pequeno – próximo a zero, de acordo com uma análise da Associação dos Psicólogos dos EUA.
Fonte: LiveScience

Apenas admire...








Folhas de outono















Deus é a Luz de todas as Luzes!!


Cânion florido... Aguarde carregar a imagem... Deus é a Luz de todas as Luzes!!

fonte: lovers-poems.com

U2 - Pride (In The Name of Love) - Live in Paris - Traduzida


Simplesmente vida




                                         
Dizem que a vida é curta, mas não é verdade.

A vida é longa para quem consegue viver pequenas felicidades.

E essa tal felicidade anda por aí, disfarçada, como uma criança tranquila brincando de esconde-esconde.

Infelizmente, às vezes não percebemos isso e passamos nossa existência colecionado "não":

A viagem que não fizemos, o presente que não demos, a festa a qual não fomos, a paixão que não vivemos, o perfume que não sentimos...

A vida é mais emocionante quando se é ator e não espectador, quando se é piloto e não passageiro, pássaro e não paisagem, cavaleiro e não montaria.

E como ela é feita de instantes, não pode e nem deve ser medida em anos ou meses, mas em minutos e segundos.

Esta mensagem é um tributo ao tempo!

Tanto aquele que você soube aproveitar no passado, quanto aquele que você não vai desperdiçar no futuro.


Porque a vida é "AGORA".


Autor: desconhecido

Seja feliz como for possível...

Se a causa for nobre, então subverta a natureza. Mauro Feijó

ENSINO RELIGIOSO ESCOLAR


1.OBJETIVOS GERAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL.

Os Parâmetros Curriculares Nacionais indicam como objetivos do ensino fundamental que os alunos desenvolvam as capacidades de:
  • Compreender a cidadania como participação social e política, assim como exercício de direitos e deveres políticos, civis e sociais, adotando, no dia-a-dia, atitudes de solidariedade, cooperação e repúdio às injustiças, respeitando o outro e exigindo para si o mesmo respeito;

  • Posicionar-se de maneira crítica, responsável e construtiva nas diferentes situações sociais, utilizando o diálogo como forma de mediar conflitos e de tomar decisões coletivas;

  • Conhecer características fundamentais do Brasil nas dimensões sociais, materiais e culturais, como meio para construir progressivamente a noção de identidade nacional e pessoal e do sentimento de pertinência ao País;

  • Conhecer e valorizar a pluralidade do patrimônio sociocultural brasileiro, bem como aspectos socioculturais de outros povos e nações, posicionando-se contra qualquer discriminação baseada em diferenças culturais, de classe social, de crenças, de sexo, de etnia ou outras características individuais e sociais;

  • perceber-se integrante, dependente e agente transformador do ambiente, identificando seus elementos e as interações entre eles, contribuindo ativamente para a melhoria do meio ambiente;

  • desenvolver o conhecimento ajustado de si mesmo e o sentimento de confiança em suas capacidades afetiva, física, cognitiva, ética, estética, de inter-relação pessoal e de inserção social, para agir com perseverança na busca de conhecimentos e no exercício da cidadania;

  • conhecer e cuidar do próprio corpo, valorizando e adotando hábitos saudáveis como um dos aspectos básicos de qualidade de vida e agindo com responsabilidade em relação à sua saúde e à saúde coletiva;

  • utilizar as diferentes linguagens – verbal, matemática, gráfica, plástica e corporal – como meio para produzir, expressar e comunicar suas idéias, interpretar e usufruir as produções culturais, em contextos públicos e privados, atendendo a diferentes intenções e situações de comunicação;

  • saber utilizar diferentes fontes de informação e recursos tecnológicos para adquirir e construir conhecimentos;

  • questionar a realidade formulando problemas a si mesmo e tratando de resolvê-los, utilizando para isso o pensamento lógico, a criatividade, a intuição, a capacidade de análise e crítica, selecionando procedimentos e verificando sua adequação.

2.OBJETIVOS GERAIS DO ENSINO RELIGIOSO PARA O ENSINO FUNDAMENTAL

Os PCNER estabelecem , assim, os objetivos da disciplina Ensino Religioso definindo com clareza as inovações do Ensino Religioso para que atinjam os seus fins:
"O Ensino Religioso, valorizando o pluralismo e a diversidade cultural presentes na sociedade brasileira, facilita a compreensão das formas que exprimem o Transcendente na superação da finitude humana e que determinam, subjacentemente, o processo histórico da humanidade. Por isso necessita:
  • proporcionar o conhecimento dos elementos básicos que compõem o fenômeno religioso, a partir das experiências religiosas recebidas no contexto do educando;

  • subsidiar o educando na formulação do questionamento existencial, em profundidade, para que possa dar sua resposta devidamente informado;

  • analisar o papel das tradições religiosas na estruturação e manutenção das diferentes culturas e manifestações socioculturais;

  • facilitar a compreensão do significado das afirmações e verdades de fé das tradições religiosas;

  • refletir o sentido da atitude moral, como conseqüência do fenômeno religioso e expressão da consciência e da resposta pessoal e comunitária do ser humano;

  • possibilitar esclarecimentos sobre o direito à diferença na construção de estruturas religiosas que têm na liberdade o seu valor inalienável."

2.1. CARACTERIZAÇÃO DOS ALUNOS DE 5ª E 6ª SÉRIE.

"É o período em que o educando começa a aprender a pensar sobre as coisas imaginárias, (ou seja, coisas que inventa, concebe ou elabora na sua imaginação) e ocorrências possíveis do cotidiano, passando assim da lógica indutiva para a dedutiva". Apresenta facilidade para a ação e reflexão – fazer e pensar sobre o que fez. Idealismo maior que o realismo. Busca novos valores e apresenta interesse pelos problemas da vida. Emocionalmente apresenta-se instável, ora alegre, carente de manifestações afetivas e de compreensão; sensível ao elogio e à incompreensão decorrentes das próprias transformações físicas, cognitivas e sociais.
Religiosamente o educando, nesse período, se orienta para um Transcendente mais próximo, mais pessoal, que se confunde um pouco com o ideal confuso que traz em si.

2.1.2 .OBJETIVO DA 6ª SÉRIE

Ao final desta série, aprendizagem do Ensino Religioso propiciará ao educando o conhecimento da evolução da estrutura religiosa no decorrer dos tempos, assim as ideologias religiosas que perpassam as redações dos textos sagrados e dos textos orais e aquilo que determina a verdade sobre o Transcendente para um grupo.

2.1.3 ENCAMINHAMENTOS PARA ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM

Sendo a fase do pensamento lógico, para acompanhamento da aprendizagem dos alunos, o professor precisa perceber:
  • se o aluno está entendendo a evolução da estrutura religiosa no tempo;

  • se o aluno percebe a formação histórica da idéia do Transcendente e como as ideologias religiosas chegam a determinadas verdades;

  • se o aluno é capaz de ultrapassar o contexto sócio-político-religioso dos textos sagrados e entender a verdade neles contida e na experiência mística de um povo;

  • se o aluno está construindo seu entendimento sobre o fenômeno religioso.

2.2. CARACTERIZAÇÃO DO ALUNOS DA 7ª SÉRIE E 8ª SÉRIES.

É o "período escolar em que o educando amplia seus interesses e atividades", principalmente no campo intelectual, aumentando a sua capacidade de raciocínio, crítica e energia criadora. "Formula hipóteses, descobre pela reflexão a discrepância entre o ideal e o real, o juízo do certo e errado. E radicaliza nas atitudes. O agudo desejo de independência manifesta-se muitas vezes como agressividade e resistência à autoridade. Busca novas amizades fora do círculo familiar, e desenvolve a admiração ou a identificação com algum personagem jovem ou adulto tomando-o por modelo de comportamento. O educando nessa fase "busca o grupo como apoio para uma ação social, supera o egocentrismo fantasioso e tem desejo de uma formação da consciência moral".
No aspecto religioso, o educando sente necessidade de encontrar um objetivo na vida e muitas vezes se interessa pela religião. Por outro lado, revela-se crítico em relação à religião da família. Verdade não é mais o que lhe ensinam "como pronto e acabado", e então surgem as dúvidas religiosas.

2.2.1 OBJETIVO DA 7ª SÉRIE.

Ao final da 7ª série, a aprendizagem do Ensino Religioso propiciará ao educando o conhecimento do sentido da vida sustentado pelas crenças, doutrinas, normas e métodos de relacionamento com o Transcendente, com os outros, com o mundo e consigo mesmo nas tradições religiosas.

2.2.2 OBJETIVO DA 8ª SÉRIE.

Ao final da 8ª série, a aprendizagem do Ensino Religioso propiciará ao educando o conhecimento das possíveis respostas dadas à vida além-morte, pelas tradições religiosas orientadoras das crenças, normas e atitudes éticas dos fiéis, o que deve conduzi-lo ao estabelecimento de compromissos sociais solidários para a construção da cidadania.


  1. ENCAMINHAMENTOS PARA ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM

Neste período, em que o aluno está na fase da consciência moral, o professor precisa acompanhar a formação dessa consciência e o entendimento dos limites éticos colocados pelas tradições religiosas.
O professor precisa observar:
  • como o aluno expressa seu auto-conhecimento, o conhecimento do Transcendente e do mundo a partir do referencial que as tradições religiosas usam para regular o relacionamento humano (saber como o aluno se valoriza ou não, como trata o meio ambiente, como se relaciona com os colegas, enfim, como são suas práticas sociais);

  • como, a partir das respostas elaboradas por essas mesmas tradições, a respeito do sentido vida/morte, o aluno desenvolve o diálogo com os colegas, com segurança e sem proselitismo;

  • como o aluno percebe que as determinações religiosas influenciam na construção mental do inconsciente pessoal e coletivo.

3. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS EM BLOCOS DE CONTEÚDOS EM TEMAS POR AULA- ENSINO FUNDAMENTAL
5ª série 5ª série 5ª série 5ª série 5ª série 5ª série 5ª série 5ª série 5ª série 5ª série 5ª série 5ª série 5ª série 5ª série

Blocos de conteúdos

Idéias - chaves (essenciais) dos conteúdos e a serem assimiladas no desenvolvimento dos temas.
1. Idéia do Transcendete
>Os significados do Transcendente na vida
>A construção da idéia do Transcendente no tempo e no espaço
2.Função política das ideologias religiosas
>A construção da verdade dos discursos religiosos
>O sistema de valores determinando atitudes e comportamentos em vista de objetivos religiosos
>As práticas religiosas e os mistérios
3.Revelação
>As verdades sagradas como referenciais da vontade do Transcendente
>A autoridade do discurso religioso fundamentada na experiência mística do seu emissor.

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1.Evolução da estrutura religiosa das organizações humanas
>A evolução da estrutura religiosa das Tradições Religiosas no decorrer dos tempos
>A sistematização da idéia do Transcendente pelas Tradições Religiosas
>A estruturação do mundo pessoal a partir da experiência do Transcendente e da Tradição Religiosa
2.Contexto cultural dos textos orais e escritos
> A construção cultural da palavra sagrada no tempo e no espaço, pelas Tradições Religiosas.

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1.Espiritualidade
>A experiência religiosa, elemento vital para o fiel
>A vivência com o mistério do Transcendente pelos ensinamentos, ritos e tradições
>Auto-conhecimento na vivência do relacionamento com Transcendente
2.Valores
>As exigências e qualidades éticas do procedimento humano na perspectiva da Tradição Religiosa.
>Orientações de vida nas normas, crenças e doutrinas das Tradições Religiosas.
3.Determinações da Tradição Religiosa sobre a pessoa
>Determinações das Tradição Religiosa na construção mental da pessoa.

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1.Limites
>O limite e a busca do translimite; A experiência religiosa na busca de superação da finitude humana
>A fundamentação dos limites éticos estabelecidos pelas Tradições Religiosas.
2.Verdades da fé
>A verdade nas Tradições Religiosas sob a ótica da fé
>A verdade que orienta as pessoas através dos mitos, crenças e doutrinas das tradições Religiosas
3.Vida além da morte
>As respostas elaboradas para vida além da morte pelas Tradições Religiosas (ancestralidade-reencarnação-ressurreição-nada)
>O sentido da vida perpassada pelo sentido da vida além-morte.

4. METODOLOGIA DO ENSINO RELIGIOSO ESCOLAR

Como nas demais disciplinas, é necessário pensar a operacionalização do trabalho docente,
Considerando-se que o ato de construção do conhecimento se dá a partir da relação sujeito/objeto (no Ensino Religioso o sujeito-aluno em relação ao objeto-fenômeno religioso), cabe ao professor munir-se de um instrumento (método) que o auxilie nessa articulação.
O tratamento didático dado a esta área do conhecimento nos PCNER, é: Observação – Reflexão – Informação.

4.1 OBSERVAÇÃO

Observar não é apenas uma experiência visual, mas diz respeito as condições externas e internas do observador, tais como idade, formação, história de vida, conhecimentos prévios etc. No caso do Ensino Religioso, as observações feitas, por exemplo, a propósito de um determinado símbolo, serão tão variadas quanto forem os educandos observadores e suas matrizes religiosas. O mesmo fenômeno, tomado como objeto de estudo, será observado diferentemente por professor e aluno. Isso não significa que a observação feitas pelo professor deva se sobrepor à do (s) aluno (s), mas que elas podem se complementar e se enriquecer. O professor age como orientador dessa observação seletiva para trabalhar os conceitos básicos do Ensino Religioso.
  1. REFLEXÃO

A Reflexão é um procedimento que acompanha todo o processo, desde a observação até a informação. Na realidade, não se trata de momentos isolados e estanques, mas de passos que se entrelaçam, se interligam, numa dinâmica, num movimento constante. O professor pode encaminhar a reflexão com questionamentos, diálogos, problematizações que promovam a conscientização, o entendimento e a decodificação do objeto de estudo, no caso, o fenômeno religioso. Essa decodificação progressiva permitirá ao aluno abrir sua visão, desarmar-se de preconceitos, discernir, perceber a unidade na diversidade das tradições religiosas, como, por exemplo, a defesa da vida, a busca do sentido da vida, a necessidade da transcendência.

4.3 INFORMAÇÃO

Pela informação, o professor ajuda o aluno a se apropriar do conhecimento sistematizado, organizado, elaborado, para que possa passar de uma visão ingênua, empírica, fechada, dogmatizada, desarticulada e muitas vezes incoerente para uma nova visão decodificada e explicitadora da realidade. Todos esses procedimentos devem necessariamente possibilitar que o alcance dos objetivos propostos pela disciplina Ensino Religioso sejam atingidos. A intencionalidade e a direção do processo ensino/aprendizagem no Ensino Religioso devem conduzir para a realização de dois aspectos: o primeiro de ordem interna, refere-se a aquisição do conhecimento religioso como tal; o segundo, de ordem externa, gera uma mudança qualitativa, que se expressa no "saber em si, no saber em relação ao saber em si" traduzidos em novas posturas de diálogo e reverência.

5. A AVALIAÇÃO NO ENSINO RELIGIOSO

Na educação e especialmente no ensino religioso, a avaliação tem um sentido amplo: além de "alimentar, sustentar e orientar a intervenção pedagógica como parte integrante e intrínseca ao processo educativo, envolve outros aspectos: sociabilidade, afetividade, postura, compromisso, integração, participação na expectativa da aprendizagem do aluno e de sua transformação. No caso do Ensino Religioso se observa nas atitudes de reverência para com o transcendente do outro, de respeito a alteridade e ao direito do outro de ser diferente, o desenvolvimento da capacidade de tolerância, assumindo a identidade pessoal com segurança e liberdade.

6.PRESSUPOSTOS DO ENSINO RELIGIOSO
Pressuposto 1: O Ensino religioso como parte integrante da formação básica do cidadão (artigo 33 LDBEN nº 9394/96).

Vem atender ä necessidade básica do ser humano. Alicerça-se nos princípios da cidadania, do entendimento do outro, enquanto outro. Mesmo que muitas pessoas neguem ser religiosas, é um dado histórico que toda pessoa foi preparada para ser religiosa, do mesmo modo que foi preparada biologicamente para falar determinada língua, gostar disso ou daquilo, comer de uma forma ou de outra, pois o ser religioso é um dado antropológico, cultural, presente no substrato de cada cultura. E no Brasil consititui a Base Comum Nacional.

Pressuposto 2: Ensino Religioso é um conhecimento que subsidia o educando para que ele se desenvolva sabendo de si (PCNER).

Como área de conhecimento, trata do conhecimento religioso. E esse conhecimento, segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Religioso (PCNER), não é uma mera informação de conteúdos religiosos, um saber pelo saber. É um conhecimento que, numa visão pedagógica progressista, oportuniza o saber em si: o educando conhecerá, ao longo do Ensino Fundamental, os elementos básicos que compõem o fenômeno religioso, para que possa entender melhor a sua busca do Transcendente.

Pressuposto 3: O Ensino Religioso é disciplina dos horários normais, assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa e vedadas quaisquer formas de proselitismo (artigo 33 LDBEN9394/96)

O Ensino Religioso parte sempre do convívio social dos educandos para que respeite a tradição religiosa trazida de suas famílias e assim se salvaguarde a liberdade de expressão religiosa de cada um. Só assim o educando se desenvolverá no desarmamento pessoal e no empenho mútuo, na paz e na fraternidade. Desse modo, fica claro que o Ensino Religioso não quer fazer prosélitos ( seguidores) qualquer tradição.

Pressuposto 4: O Ensino Religioso é conhecimento que constrói significados.

O Ensino Religioso é área de conhecimento da Base Comum Nacional cujo conhecimento constrói significados a partir das relações que o educando estabelece no entendimento do fenômeno religioso. E essa construção vai-se arquitetando pela observação do que se constata, pela reflexão do que se observa e pela informação sobre o que se reflete.
É ao longo do Ensino Fundamental que o educando atualiza seu conhecimento através da reflexão sobre as experiências percebidas, compreende, numa análise, o significado delas para a vida e entende as atitudes morais diferenciadas como conseqüência do fenômeno religioso que instiga as indagações existenciais: Quem sou ? De onde vim? Para onde vou?

Pressuposto 5: Ensino Religioso e o sujeito – como -sujeito

O Ensino Religioso desenvolve o conhecimento na tríplice relação: educando-educador, o que torna necessário admitir:
  • que o educador é o profissional mediador do processo, disponível para o diálogo e capaz de articulá-lo a partir do convívio dos educandos;

  • que o conhecimento do fenômeno religioso é percepção, análise e informação do que aparece e como aparece na relação com o Transcendente;

  • que o educando é a pessoa, sujeito - como sujeito, manifestação da realidade e da alteridade. É na sala de aula, onde cada um pode se exprimir como é, ele mesmo, sem máscaras e sem disfarces, que todos se tornam sujeitos na construção de si.
  fonte: PCNs

Conheça a filosofia clínica


O que é e como surgiu a Filosofia Clínica?

A Filosofia Clínica é parte da Filosofia acadêmica direcionada ao consultório, à clínica. É uma atividade utilizada em hospitais, escolas, instituições por todo o país. A partir dos trabalhos do filósofo gaúcho Lúcio Packter, desde o final dos anos 80, esta atividade se difundiu no país e no exterior.

Como funciona a Filosofia Clínica?

A maneira mais rápida, ainda que introdutória, de conhecer os pressupostos básicos da Filosofia Clínica, é acessando o livro base Filosofia Clínica – Propedêutica, de Lúcio Packter, que pode ser lido gratuitamente em nosso site. Para acessar, clique aqui.