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sábado, 4 de maio de 2013

Saiba identificar o TOC; o que os estudos sobre o transtorno revelam


Completando dez anos de atividade, o C-TOC (Consórcio Brasileiro de Pesquisa em Transtornos do Espectro Obsessivo-Compulsivo) chegou a conclusões importantes sobre as características e as formas de tratar o problema.
"Temos evidências de que tanto a terapia cognitivo-comportamental quanto os medicamentos, usados de forma independente, são igualmente eficazes para os casos leves e moderados", diz a psiquiatra Roseli Shavitt, do Instituto de Psiquiatria da USP.
Em casos mais graves, é preciso combinar a psicoterapia com uma classe de antidepressivos, os inibidores de recaptura de serotonina.
"Os medicamentos não mudam o comportamento diretamente, mas diminuem a ansiedade e o desconforto causados pelos medos. Já a terapia incentiva o paciente a enfrentar a situação ou pensamento amedrontador sem recorrer aos rituais", diz a psiquiatra Albina Rodrigues Torres, da Unesp.
Estudos também mostram que 5% dos pacientes têm melhora completa e espontânea sem tratamento e 20% alternam períodos sem aparecimento de sintomas com fases agudas da doença.
O que os pesquisadores ainda não sabem precisar são as causas do transtorno.
"Cerca de 60% dos casos têm origem genética, mas ainda não descobrimos quais são os genes envolvidos", diz a psiquiatra Christina Hajaj Gonzales, da Unifesp.
Isso não significa que a transmissão seja sempre direta, embora a hereditariedade também conte: filhos de pais com TOC têm 10% mais risco de ter o transtorno, segundo Shavitt.
Para os médicos, o transtorno é causado pela interação de fatores genéticos, neurobiológicos e ambientais.
Em pessoas com predisposição, algumas situações podem desregular o funcionamento de circuitos que conectam duas áreas cerebrais: a região ligada a processamentos de emoções, planejamento e controle das respostas de medo e a área relacionada a informações emocionais, cognitivas e motoras.
As pesquisas no Brasil e no mundo mostram que o TOC atinge entre 3% e 4% da população em geral, mas a proporção cresce em alguns grupos. Um estudo recente, da Northwestern University, em Chicago, diz que 11% das mulheres que acabaram de dar à luz desenvolvem o transtorno. É uma taxa tão alta quanto a da depressão pós-parto, que atinge 10% das mães.
O estudo incluiu 461 mulheres que tiveram filhos no hospital da universidade.
"O parto pode ser um estímulo emocional forte o suficiente para desencadear os sintomas. Além disso, é um período de mudanças hormonais que, em teoria, também podem estar relacionadas ao surgimento do problema", diz Shavitt.
Editoria de Arte/Folhapress

sábado, 10 de novembro de 2012

Impacto da corrida na pele




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Sedentários de plantão, antes da leitura deste texto, informo que ele não poderá ser usado como desculpinha para se acomodarem no sofá. Infelizmente para vocês (e confesso que eu também gostaria que o exercício de pegar pipoca enquanto se assiste a um filme fosse suficiente), isso não está em discussão: exercício é fundamental para a saúde. O que vou abordar agora é o impacto que a corrida exagerada pode ter sobre a pele.

Pelos encravados




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Tenho pelos encravados nas pernas e virilha, que me incomodam. E a pele nesses lugares está ficando manchada. Qual é o melhor modo de eu me depilar? Um peeling me ajudaria?(Dora)
A melhor solução para combater pelos encravados é deixar de ter pelos. Simples assim, e possível com a depilação a laser, que elimina os pelos por tempo prolongado ou definitivamente. Vale para qualquer parte do corpo, como perna, virilha ou rosto.
Se você não optar pelo laser, dentre os outros métodos depilatórios o que mais agravará sua tendência é a cera, quente ou fria. Conforme os pelos nascem de novo, eles encravam. Ao invés da cera, use creme depilatório ou raspe os pelos com lâmina. E faça esfoliação corporal uma ou duas vezes por semana, usando no banho sabonete com pequenas partículas abrasivas ou bucha vegetal. Para completar os cuidados, hidrate a pele diariamente.
Se essas medidas não forem suficientes, consulte um dermatologista: cremes à base de ácidos, como o ácido glicólico ou retinoico, afinam a pele e clareiam manchas. Em certos casos, vale usar cremes que contenham antibióticos. Todos os cuidados mencionados devem ser mantidos por tempo indefinido, já que a tendência pessoal ao encravamento continua.
Quanto às manchas, elas são consequência do encravamento. Por isso, aqui também o melhor tratamento é a depilação a laser. Sem encravamento, manchas novas não surgirão e manchas existentes clareiam sozinhas com o tempo. Para acelerar o clareamento, seu dermatologista pode receitar cremes clareadores de uso domiciliar ou realizar peelings químicos em consultório.
Por Lucia Mandel - Veja

Por que meu botox dura tão pouco?




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Aplico Botox regularmente há anos, mas a aplicação parece durar cada vez menos. Em quatro meses o efeito acaba. Será que estou ficando resistente ao tratamento?
(Liana)
A toxina botulínica (ingrediente ativo do Botox®) paralisa ou relaxa os músculos responsáveis por algumas das rugas do rosto, suavizando-as e dando ao rosto um aspecto rejuvenescido. Só que é por tempo limitado, de 4 a 6 meses. Esse tempo varia dependendo das características pessoais, como a força dos músculos do rosto, e também da quantidade de toxina aplicada.
Qual a quantidade ideal?
A técnica de aplicação do Botox mudou ao longo do tempo. Há alguns anos era comum usar doses maiores de toxina. Mas doses grandes deixam um efeito artificial, enquanto doses menores têm um efeito natural. Por outro lado, quanto menor a dose, menor sua duração.
Passados alguns meses da aplicação, o movimento do músculo tratado começa a voltar, mas enfraquecido. Significa que a toxina continua agindo. A ação da toxina vai diminuindo aos poucos e só quando você conseguir movimentar completamente o músculo seu efeito está terminado.
Resistência ao Botox
A resistência ao Botox até pode ser considerada, já que é possível haver anticorpos que neutralizam a toxina. Mas é uma hipótese remota, pois o estímulo à formação de anticorpos acontece com doses muito altas de toxina botulínica, não usadas nos tratamentos estéticos habituais como o seu.
Portanto, Liana, discuta com seu dermatologista se é possível aumentar a dose injetada, mas sem ultrapassar o limite da naturalidade, ou se a alternativa é retornar ao consultório para aplicações mais frequentes.

Por Lucia Mandel - Veja

Por que os cabelos caem




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Dedico este texto aos milhões de fios de cabelo caídos pelo mundo. Aos fios que acabaram no ralo. Aos que ficaram no travesseiro. Aos esquecidos nos incômodos assentos de aviões. Aos perdidos nos ombros de paletós. Aos que tombaram na calçada e aos que voaram pela janela do carro para nunca mais voltar. Mas é hora de pensar nos bravos fios que resistiram e cuidar para que não nos deixem tão cedo.