Sou averso à discussões acirradas, porque entendo que nestas ocasiões a objetividade, a serenidade, o respeito ao outro "pedem licença e se mandam". A animosidade sobrepuja a racionalidade e, muitas coisas que não se diria, acabam sendo ditas. Buber diria que "toda esta tagarelice dos homens não constitui uma verdadeira palavra". Concordo com o canônico pensador, pois esta só é suportada porque o silêncio que vem depois é de grande valor. Aqui se aplica o princípio da contrariedade: se o barulho incomoda, que venha o silêncio.
Já li ou ouvi em algum lugar que é necessário tomar cuidado com o homem que "briga sorrindo", pois ele em nenhum momento perderá a noção de quando atacar e quando defender. Este homem jamais estará sozinho numa briga, pois terá sempre a companhia da racionalidade.
Mauro Feijó
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