O Destino é uma divindade cega,
inexorável nascida da Noite e
do Caos. Todas as
outras divindades estavam submetidas ao seu poder. Os céus, a terra, o mar e os
infernos faziam parte do seu império: o que resolvia era irrevogável; em
resumo, o Destino era por si mesmo essa fatalidade, segundo a qual tudo
acontecia no mundo. Zeus, o
mais poderoso dos deuses, não pode aplacar o Destino, nem a favor dos outros deuses, nem a favor dos
humanos.
As leis
do Destino eram
escritas desde o princípio da criação em um lugar onde os deuses podiam
consultá-las. Os seus ministros eram as três Parcas encarregadas de executar as ordens.
O Destino
é representado assim: tem sob os pés o globo terrestre e agarra nas mãos a urna
que encerra a sorte dos mortais. Dão-lhe também uma coroa recamada de estrela e
um cetro, símbolo de seu poder soberano. Para demonstrar que ele era
inflexível, os antigos o representavam como uma roda que prende uma cadeia.
Pe.
Commenlin. "Destino". in Mitologia greco-romana. p. 23.
Para pensar:
1 - Pode haver liberdade se nossa existência está determinada por forças divinas, naturais ou sociais? Dê sua opinião.
2 - Pode haver responsabilidade se não há liberdade? Dê sua opinião.
3 - Você acredita que nosso futuro já está determinado? Por quê?
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