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terça-feira, 11 de setembro de 2012

CURIOSIDADES SOBRE A PENA DE MORTE



A pena de morte ainda é praticada em cerca de 90 países. China, Arábia Saudita, Índia, Ruanda, Irã, Egito, Estados Unidos, Bielorússia, Vietnã, Taiwan, Afeganistão, Jordânia são alguns desses países. Os campeões em número de prisioneiros executados são China, Estados Unidos e Irã.


As formas de execução mais comuns hoje em dia são o fuzilamento, a morte em cadeira elétrica, a decapitação, enforcamento e o apedrejamento.

Apesar de serem largamento utilizadas no passado, as execuções por precipitação, empalação, retalhamento, fogueira e guilhotina não são mais utilizados nos dias atuais. A guilhotina, por exemplo, foi usada na França até o ano de 1981.

A morte da fogueira foi utilizada principalmente no Ocidente durante a Idade Média e início da Moderna. Era o tipo de execução preferido pela Santa Inquisição. Os executados mais conhecidos são a francesa Joana D’Arc e o italiano Giordano Bruno.

Os historiadores acreditam que 50.000 pessoas (a maioria mulheres) tenham sido condenadas à fogueira por suspeita de bruxaria, pacto com o diabo e até por “lançar mau-olhado” em regiões de países como Alemanha, Suíça, Polônia, Dinamarca e Inglaterra.

A morte por estripamento foi bastante utilizada na época da Santa Inquisição. O condenado tinha o ventre rasgado e seus órgãos retirados um por um.

Outro tipo de pena de morte bizarra é a fervura. Como o próprio nome dá a entender, o condenado era mantido em óleo ou água fervente até a morte. Esse tipo de execução foi utilizado durante a Idade Média.

O esquartajamento era também comum durante a Idade Média. O condenado tinha os braços amarrados numa árvore e as pernas em cavalos, que eram atiçados a andar até arrancar as pernas e os órgãos da vítima.

A crucificação era a pena preferida dos romanos. Os condenados eram crucificados e abandonados na cruz até apodrecerem ou serem devorados pelas aves carniceiras. Casos como o de Jesus, que foi sepultado após a morte, eram raríssimos.

A morte por precipitação foi largamente utilizada na América pré-colombiana, principalmente em rituais de sacrifício. As vítimas eram jogados de um penhasco. Mas há casos recentes de execução por precipitação no Iraque e no Irã.

A execução por degola era comum em várias culturas. Uma delas é a mochica, um povo que viveu no atual território do Peru. Os mochicas praticavam a degola ritual. O condenado (geralmente um guerreiro) tinha a garganta cortada e o sangue recolhido em um recipiente e bebido pelos sacerdotes.

O guilhotinamento foi bastante comum durante a Revolução Francesa, no final do século XVIII. A morte do condenado era quase instantênea. Os mais famosos executados foram o rei Luiz XVI, a rainha Maria Antonieta e os revolucionários Danton e Rosbespierre. Consta que 40 mil pessoas foram guilhotinadas durante o período do terror.

A execucão por “esmagamento por elefante” pode ser muito incomum e estranha, mas é pratica em países do Sudeste Asiático como Indonésia. Trata-se de uma execução bem simples: o réu tem a cabeça esmagada pela pata do elefante. Um brasileiro foi recentemente condenado a esse tipo de morte na Indonésia.

Ainda existe pena de morte no Brasil, embora tal punição se aplique em um únicocaso: crimes militares em época de guerra.

O adultério pode ser punido com a pena de morte em alguns países. No Afeganistão, Arábia Saudita, Irã, Nigéria, Paquistão e Sudão o adúltero é morto por apedrajamento.

O método de execução mais comum hoje em dia é o fuzilamento, seguido do enforcamento e do apedrejamento.

O método da cadeira elétrica é utilizado apenas em alguns estados norte-americanos. A vítima é executada com uma descarga de cerca de 2.000 volts.

Outro tipo de execução largamente empregado nos Estados Unidos é a injeção letal. Após ser amarrado numa espécie de maca, o condenado recebe uma injecão de substâncias paralisantes (como o cloreto de potássio, brometo de pancurônio e tiopentato de sódio), morrendo por interrupção dos batimentos cardíacos.

Não existe estatísticas oficiais – e nem haverá -, mas, segundo a imprensa internacional, a China é o país que mais executa prisioneiros no mundo. Mais de 10.000 pessoas podem ter sido executadas só no ano de 2003.

O único país europeu que ainda aplica a pena capital é a Bielo-Rússia – uma das ex-república pertencentes à União Soviética.

Pesquisas recentes demonstraram que quase metade dos brasileiros são a favor da pena de morte. Os brasileiros totalmente favoráveis somam 31% e os parcialmente à favor, 15%.

A Arábia Saudita, diversos “crimes” são passíveis de morte: homossexualismo, bruxaria, tráfico de drogas, estupro, homicídio, blasfêmia contra o Alcorão e o profeta Maomé etc.

A Bíblia prevê a pena de morte para diversos atos (ou crimes, no entender dos antigos hebreus): adultério, zoofilia, incesto, homossexualismo, assassinato, sequestro, prostituição, idolatria, profanação sabática, blasfêmia, feitiçaria, amaldiçoamento dos pais e estupro.

Algumas personalidades condenadas à morte: Joana D’Arc (heroína francesa condenada à fogueira), Giordano Bruno (filósofo italiano morto na fogueira), Joaquim José da Silva Xavier (o Tiradentes, condenado à forca), Joaquim da Silva Rabelo (religioso e político brasileiro - conhecido como Frei Caneca - foi condenado à morte por fuzilamento), Saddam Hussein (ex-ditador iraquiano, morto na forca), Luiz XVI (rei francês morto na guilhotina), Maria Antonieta (rainha francesa morta por guilhotinamento), Nicolau II (czar russo, morto por fuzilamento com a família), Sócrates (filósofo grego, morto por envenenamento), Jesus de Nazaré (condena à crucificação), Nicolau Ceaucescu (ex-presidente da Romênia, morto por fuzilamento), Pedro (apóstolo cristão, morto na cruz), Benito Mussolini (ex-ditador italiano, supostamente morto por fuzilamento).

Fonte: maisquecuriosidade

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