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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

A triste História de Lídice



Lidice era uma aldeia da ex-Tchecoeslováquia (hoje República Checa) a noroeste da capital. Tinha seus fazendeiros, sua escolinha, sua igreja, tudo muito normal. Até junho de 1942. O país estava sob ocupação alemã, e um general nazista foi assassinado. Os invasores precisavam de um culpado, e sentiram o “cheiro de Lidice” no atentado.
Adolf Hitler ordenou que a cidade de 600 anos fosse fisicamente varrida do mapa. Todas as construções foram dinamitadas, todos os habitantes fuzilados ou transferidos para campos de concentração. Das 105 crianças da aldeia, 88 foram embarcadas num caminhão e mortas numa câmara de gás.
Com o fim da Segunda Guerra, Lidice virou um símbolo. Decidiu-se que a cidade que Hitler queria apagar da História seria lembrada pelo mundo inteiro. Cidades foram rebatizadas com seu nome (uma delas perto de Angra dos Reis). Meninas recém-nascidas ganharam seu nome. No local construiu-se uma nova cidadezinha e vários monumentos relembrando a tragédia. De todas as homenagens, nenhuma é mais triste do que a escultura criada por Marie Uchytilová lembrando as crianças mortas de Lidice.

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